Jeremiah 8:22
“Porventura não há bálsamo em Gileade? ou não se acha lá médico? Por que, pois, não se realizou a cura da filha do meu povo?”
Jeremiah 8:22 — João Ferreira de Almeida
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Jeremiah 8 — full chapter (João Ferreira de Almeida)
Naquele tempo, diz o , tirarão para fora das suas sepulturas os ossos dos reis de á, e os ossos dos seus príncipes, e os ossos dos sacerdotes, e os ossos dos profetas, e os ossos dos habitantes de ém; e serão expostos ao sol, e à lua, e a todo o exército do céu, a quem eles amaram, e a quem serviram , e após quem andaram, e a quem buscaram, e a quem adoraram; não serão recolhidos nem sepultados; serão como esterco sobre a face da terra. E será escolhida antes a morte do que a vida por todos os que restarem desta raça maligna, que ficarem em todos os lugares onde os lancei, diz o senhor dos exércitos. Dize-lhes mais: Assim diz o : porventura cairão os homens, e não se levantarão? desviar-se-ão, e não voltarão? Por que, pois, se desvia este povo de ém com uma apostasia contínua? ele retém o engano, recusa-se a voltar. Eu escutei e ouvi; não falam o que é reto; ninguém há que se arrependa da sua maldade, dizendo: Que fiz eu? Cada um se desvia na sua carreira, como um cavalo que arremete com ímpeto na batalha. Até a cegonha no céu conhece os seus tempos determinados; e a rola, a andorinha, e o grou observam o tempo da sua arribação; mas o meu povo não conhece a ordenança do . Como pois dizeis: Nós somos sábios, e a lei do está conosco? Mas eis que a falsa pena dos escribas a converteu em mentira. Os sábios são envergonhados, espantados e presos; rejeitaram a palavra do ; que sabedoria, pois, têm eles? Portanto darei suas mulheres a outros, e os seus campos aos conquistadores; porque desde o menor até o maior, cada um deles se dá à avareza; desde o profeta até o sacerdote, cada qual usa de falsidade. E curam a ferida da filha de meu povo le23 Porventura se envergonham de terem cometido abominação? Não; de maneira alguma se envergonham, nem sabem que coisa é envergonhar- se. Portanto cairão entre os que caem; e no tempo em que eu os visitar, serão derribados, diz o . Quando eu os colheria, diz o , já não há uvas na vide, nem figos na figueira; até a folha está caída; e aquilo mesmo que lhes dei se foi deles. Por que nos assentamos ainda? juntai-vos e entremos nas cidades fortes, e ali pereç; pois o nosso nos destinou a perecer e nos deu a beber água de fel; porquanto pecamos contra o . Esperamos a paz, porém não chegou bem algum; e o tempo da cura, e eis o terror. Já desde Dã se ouve o resfolegar dos seus cavalos; a terra toda estremece à voz dos rinchos dos seus ginetes; porque vêm e devoram a terra e quanto nela há, a cidade e os que nela habitam. Pois eis que envio entre vós serpentes, basiliscos, contra os quais não há encantamento; e eles vos morderão, diz o . Oxalá que eu pudesse consolar-me na minha tristeza! O meu coração desfalece dentro de mim. Eis o clamor da filha do meu povo, de toda a extensão da terra; Não está o em Sião? Não está nela o seu rei? Por que me provocaram a ira com as suas imagens esculpidas, com vaidades estranhas? Passou a sega, findou o verão, e nós não estamos salvos. Estou quebrantado pela ferida da filha do meu povo; ando de luto; o espanto apoderou-se de mim. Porventura não há bálsamo em ? ou não se acha lá médico? Por que, pois, não se realizou a cura da filha do meu povo?