Psalms
Psalms 144
João Ferreira de Almeida · tap any highlighted word for context
Psalms 144 — Scripture text (João Ferreira de Almeida)
Bemdito seja o , minha rocha, que ensina as minhas mãos para a peleja e os meus dedos para a guerra; Benignidade minha e fortaleza minha; alto retiro meu e meu libertador és tu: escudo meu, em quem eu confio, e que me sujeita o meu povo. Senhor, que é o homem, para que o conheças, e o filho do homem, para que o estimes? O homem é similhante á vaidade; os seus dias são como a sombra que passa. Abaixa, ó , os teus céus, e desce; toca os montes, e fumegarão. Vibra os teus raios, e dissipa-os; envia as tuas frechas, e desbarata-os. Estende as tuas mãos desde o alto; livra-me, e, arrebata-me das muitas aguas e das mãos dos filhos estranhos, Cuja bocca falla vaidade, e a sua direita é direita de falsidade. A ti, ó , cantarei um cantico novo, com o psalterio e instrumento de dez cordas te cantarei louvores. A ti, que dás a salvação aos reis, e que livras a , teu servo, da espada maligna. Livra-me, e tira-me das mãos dos filhos estranhos, cuja bocca falla vaidade, e a sua direita é direita de iniquidade; Para que nossos filhos sejam como plantas crescidas na sua mocidade; para que as nossas filhas sejam como pedras d'esquina lavradas á moda de palacio. Para que as nossas dispensas se encham de todo o provimento; para que os nossos gados produzam a milhares e a dezenas de milhares nas nossas ruas. Para que os nossos bois sejam fortes para o trabalho; para que não haja nem assaltos, nem saidas, nem gritos nas nossas ruas. Bemaventurado o povo, ao qual assim acontece: bemaventurado é o povo cujo é o .