Acts 25:19

“Tinham, porém, contra elle algumas questões ácerca da sua superstição, e de um certo Jesus, defunto, que Paulo affirmava viver.”

Acts 25:19 — João Ferreira de Almeida

Verse 19 of 27 in Acts chapter 25 — João Ferreira de Almeida. Read it in context below, with maps, timelines and thematic connections beside the text.

Acts 25 — full chapter (João Ferreira de Almeida)

Entrando pois na provincia, subiu d'ali a tres dias de a . E o summo sacerdote e os principaes dos judeos compareceram perante elle contra , e lhe rogaram, Pedindo favor contra elle, para que o fizesse vir a , armando-lhe ciladas para o matarem no caminho. Porém respondeu que estava guardado em , e que elle brevemente partiria para lá. Os que pois, disse, d'entre vós podem, desçam juntamente comigo, e, se n'este varão houver algum crime, accusem-n'o. E, não se havendo entre elles detido mais de dez dias, desceu a ; e no dia seguinte, assentando-se no tribunal, mandou que trouxessem . E, chegando elle, o rodeiaram os judeos que haviam descido de , trazendo contra muitas e graves accusações, que não podiam provar. Pelo que, em sua defeza, disse: Eu não pequei em coisa alguma contra a lei dos judeos, nem contra o templo, nem contra . Porém , querendo comprazer com os judeos, respondendo a , disse: Queres tu subir a , e ser lá perante mim julgado ácerca d'estas coisas? E disse: Estou perante o tribunal de , onde convem que seja julgado; não fiz aggravo algum aos judeos, como tu muito bem sabes; Porque, se fiz algum aggravo, ou commetti alguma coisa digna de morte, não recuso morrer; porém, se nada ha das coisas de que estes me accusam, ninguem me pode entregar a elles; appello para . Então , tendo fallado com o conselho, respondeu: Appellaste para ? para irás. E, passados alguns dias, o rei e vieram a , a saudar . E, como ali se detiveram muitos dias, Festo contou ao rei os negocios de , dizendo: Um certo varão foi deixado por aqui preso, Por cujo respeito os principaes dos sacerdotes e os anciãos dos judeos, estando eu em , compareceram perante mim, pedindo sentença contra elle. Aos quaes respondi não ser costume dos romanos entregar algum homem á morte, sem que o accusado tenha presentes os seus accusadores, e tenha logar de defender-se da accusação. De sorte que, chegando elles aqui juntos, no dia seguinte, sem fazer dilação alguma, assentado no tribunal, mandei trazer o homem. Ácerca do qual, estando presentes os accusadores, nenhuma coisa apontaram d'aquellas que eu suspeitava. Tinham, porém, contra elle algumas questões ácerca da sua superstição, e de um certo , defunto, que affirmava viver. E, estando eu perplexo ácerca da inquirição d'esta causa, disse se queria ir a , e lá ser julgado ácerca d'estas coisas. E, appellando para ser reservado ao conhecimento de , mandei que o guardassem até que o enviasse a . Então disse a : Bem quizera eu tambem ouvir esse homem. E elle disse: Ámanhã o ouvirás. De sorte que, no dia seguinte, vindo e , com muito apparato, e entrando no auditorio com os tribunos e varões principaes da cidade, trouxeram a por mandado de . E disse: Rei , e todos os varões que estaes presentes comnosco: aqui vêdes aquelle de quem toda a multidão dos judeos me tem fallado, tanto em como aqui, clamando que não convém que viva mais Porém, achando eu que nenhuma coisa digna de morte fizera, e appellando elle mesmo tambem para , tenho determinado enviar-lh'o. Do qual não tenho coisa alguma certa que escreva ao meu senhor, pelo que perante vós o trouxe, e mórmente perante ti, ó rei , para que, feita informação, tenha alguma coisa que escrever. Porque me parece contra a razão enviar um preso, e não notificar contra elle as accusações.

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