Isaiah 23:16
“Toma a harpa, rodeia a cidade, ó prostituta, entregue ao esquecimento; toca bem, canta muitos cânticos, para que haja memória de ti.”
Isaiah 23:16 — João Ferreira de Almeida
Verse 16 of 18 in Isaiah chapter 23 — João Ferreira de Almeida. Read it in context below, with maps, timelines and thematic connections beside the text.
Isaiah 23 — full chapter (João Ferreira de Almeida)
Oráculo acerca de . Uivai, navios de Társis, porque ela está desolada, a ponto de não haver nela casa nem abrigo; desde a terra de lhes foi isso revelado. Calai-vos, moradores do litoral, vós a quem encheram os mercadores de , navegando pelo mar. Por sobre grandes águas foi-lhe trazida a sua provisão, a semente de , a ceifa do ; e ela se tornou a feira das nações. Envergonha-te, ó ; porque o mar falou, a fortaleza do mar disse: Eu não tive dores de parto, nem dei à luz, nem ainda criei mancebos, nem eduquei donzelas. Quando a notícia chegar ao , assim haverá dores quando se ouvirem as notícias de . Passai a Társis; uivai, moradores do litoral. É esta, porventura, a vossa cidade alegre, cuja origem é dos dias antigos, cujos pés a levavam para longe a peregrinar? Quem formou este desígnio contra , distribuidora de coroas, cujos mercadores eram príncipes e cujos negociantes eram os mais nobres da terra? O dos exércitos formou este desígnio para denegrir a soberba de toda a glória, e para reduzir à ignomínia os ilustres da terra. Inunda como o a tua terra, ó filha de Társis; já não há mais o que te refreie. Ele estendeu a sua mão sobre o mar, e abalou os reinos; o deu mandado contra ã, para destruir as suas fortalezas. E disse: Não continuarás mais a te regozijar, ó oprimida donzela, filha de ; levanta-te, passa a , e ainda ali não terás descanso. Eis a terra dos caldeus! este é o povo, não foi a íria. Destinou a para as feras do deserto; levantaram as suas torres de sítio; derrubaram os palácios dela; a ruínas a reduziu. Uivai, navios de Társis; porque está desolada a vossa fortaleza. Naquele dia será posta em esquecimento por setenta anos, conforme os dias dum rei; mas depois de findos os setenta anos, sucederá a como se diz na canção da prostituta. Toma a harpa, rodeia a cidade, ó prostituta, entregue ao esquecimento; toca bem, canta muitos cânticos, para que haja memória de ti. No fim de setenta anos o visitará a , e ela tornará à sua ganância de prostituta, e fornicará com todos os reinos que há sobre a face da terra. E será consagrado ao o seu comércio e a sua ganância de prostituta; não se entesourará, nem se guardará; mas o seu comércio será para os que habitam perante o , para que comam suficientemente; e tenham vestimenta esplêndida.