Isaiah 24:4
“A terra pranteia e se murcha: o mundo enfraquece e se murcha: enfraquecem os mais altos do povo da terra.”
Isaiah 24:4 — João Ferreira de Almeida
Verse 4 of 23 in Isaiah chapter 24 — João Ferreira de Almeida. Read it in context below, with maps, timelines and thematic connections beside the text.
Isaiah 24 — full chapter (João Ferreira de Almeida)
Eis que o esvazia a terra, e a desola, e transtorna a sua face, e espalha os seus moradores. E assim como fôr o povo, assim será o sacerdote; como o servo, assim o seu senhor; como a serva, assim a sua senhora; como o comprador, assim o vendedor; como o que empresta, assim o que toma emprestado; como o que dá usura, assim o que toma usura. De todo se esvaziará a terra, e de todo será saqueada, porque o pronunciou esta palavra. A terra pranteia e se murcha: o mundo enfraquece e se murcha: enfraquecem os mais altos do povo da terra. Porque a terra está contaminada por causa dos seus moradores; porquanto trespassam as leis, mudam os estatutos, e aniquilam a alliança eterna. Por isso a maldição consome a terra; e os que habitam n'ella serão desolados; por isso serão queimados os moradores da terra, e poucos homens ficarão de resto. Pranteia o mosto, enfraquece a vida; e suspirarão todos os alegres de coração. Já cessou o folguedo dos tamboris, acabou o arruido dos que pulam de prazer, e descançou a alegria da harpa. Com cantares não beberão vinho; a bebida forte será amarga para os que a beberem. Já demolida está a cidade vazia, todas as casas fecharam, ninguem já pode entrar. Um lastimoso clamor por causa do vinho se ouve nas ruas: toda a alegria se escureceu, já se desterrou o gozo da terra. Desolação ainda ficou de resto na cidade, e com estalidos se quebra a porta. Porque assim será no interior da terra, e no meio d'estes povos, como a sacudidura da oliveira, e como os rabiscos, quando está acabada a vindima. Estes alçarão a sua voz, e cantarão com alegria; e por causa da gloria do exultarão desde o mar Por isso glorificae ao nos valles, e nas ilhas do mar ao nome do d'. Dos ultimos fins da terra ouvimos psalmos para gloria do ; porém agora digo eu: Emmagreço, emmagreço, de mim! os perfidos tratam perfidamente, e com perfidia tratam os perfidos perfidamente. O temor, e a cova, e o laço veem sobre ti, ó morador da terra. E será que aquelle que fugir da voz do temor cairá na cova, e o que subir da cova o laço o prenderá; porque já as janellas do alto se abrem, e os fundamentos da terra tremerão. De todo será quebrantada a terra, de todo se romperá a terra, e de todo se moverá a terra. De todo balanceará a terra como o bebado, e será movida e removida como a choça de noite; e a sua transgressão se aggravará sobre ella, e cairá, e nunca mais se levantará. E será que n'aquelle dia o visitará os exercitos do alto na altura, e os reis da terra sobre a terra. E juntamente serão amontoados como presos n'uma masmorra, e serão encarcerados n'um carcere: e outra vez serão visitados depois de muitos dias. E a lua se envergonhará, e o sol se confundirá quando o dos reinar no monte de Sião e em ; e então perante os seus anciãos haverá gloria.