Psalms 102:16
“Quando o Senhor edificar a Sião, apparecerá na sua gloria.”
Psalms 102:16 — João Ferreira de Almeida
Verse 16 of 28 in Psalms chapter 102 — João Ferreira de Almeida. Read it in context below, with maps, timelines and thematic connections beside the text.
Psalms 102 — full chapter (João Ferreira de Almeida)
Senhor, ouve a minha oração, e chegue a ti o meu clamor. Não escondas de mim o teu rosto no dia da minha angustia, inclina para mim os teus ouvidos; no dia em que eu clamar, ouve-me depressa. Porque os meus dias se consomem como o fumo, e os meus ossos ardem como um lar. O meu coração está ferido e secco como a herva, pelo que me esqueço de comer o meu pão Por causa da voz do meu gemido os meus ossos se apegam á minha pelle. Sou similhante ao pelicano no deserto: sou como um mocho nas solidões. Vigio, sou como o pardal solitario no telhado. Os meus inimigos me affrontam todo o dia: os que se enfurecem contra mim teem jurado. Pois tenho comido cinza como pão, e misturado com lagrimas a minha bebida. Por causa da tua ira e da tua indignação, pois tu me levantaste e me arremeçaste. Os meus dias são como a sombra que declina, e como a herva me vou seccando. Mas tu, Senhor, permanecerás para sempre, e a tua memoria de geração em geração. Tu te levantarás e terás piedade de Sião; pois o tempo de te compadeceres d'ella, o tempo determinado, já chegou. Porque os teus servos teem prazer nas suas pedras, e se compadecem do seu pó. Então as nações temerão o nome do , e todos os reis da terra a tua gloria. Quando o edificar a Sião, apparecerá na sua gloria. Elle attenderá á oração do desamparado, e não desprezará a sua oração. Isto se escreverá para a geração futura; e o povo que se crear louvará ao . Pois olhou desde o alto do seu sanctuario, desde os céus o contemplou a terra. Para ouvir o gemido dos presos, para soltar os sentenciados á morte; Para annunciarem o nome do em Sião, e o seu louvor em ; Quando os povos se ajuntarem, e os reinos, para servirem ao . Abateu a minha força no caminho; abreviou os meus dias. Dizia eu: Meu , não me leves no meio dos meus dias, os teus annos são por todas as gerações. Desde a antiguidade fundaste a terra: e os céus são obra das tuas mãos. Elles perecerão, mas tu permanecerás: todos elles se envelhecerão como um vestido; como roupa os mudarás, e ficarão mudados. Porém tu és o mesmo, e os teus annos nunca terão fim. Os filhos dos teus servos continuarão, e a sua semente ficará firmada perante ti.