Psalms 39:2

“Com o silencio fiquei mudo; calava-me mesmo ácerca do bem, e a minha dôr se aggravou.”

Psalms 39:2 — João Ferreira de Almeida

Verse 2 of 13 in Psalms chapter 39 — João Ferreira de Almeida. Read it in context below, with maps, timelines and thematic connections beside the text.

Psalms 39 — full chapter (João Ferreira de Almeida)

Disse: Guardarei os meus caminhos para não delinquir com a minha lingua: guardarei a bocca com um freio, emquanto o impio estiver diante de mim. Com o silencio fiquei mudo; calava-me mesmo ácerca do bem, e a minha dôr se aggravou. Esquentou-se-me o coração dentro de mim; emquanto eu meditava se accendeu um fogo: então fallei com a minha lingua. Faze-me conhecer, Senhor, o meu fim, e a medida dos meus dias qual é, para que eu sinta quanto sou fragil. Eis que fizeste os meus dias como a palmos, o tempo da minha vida é como nada diante de ti; na verdade que todo o homem, por mais firme que esteja, é totalmente vaidade (). Na verdade que todo o homem anda como uma apparencia; na verdade que em vão se inquietam: amontoam riquezas, e não sabem quem as levará. Agora, pois, Senhor, que espero eu? A minha esperança está em ti. Livra-me de todas as minhas transgressões; não me faças o opprobrio dos loucos. Emmudeci: não abro a minha bocca, porquanto tu o fizeste. Tira de sobre mim a tua praga; estou desfallecido pelo golpe da tua mão. Quando castigas o homem, por causa da iniquidade, com reprehensões, fazes com que a sua belleza se consuma como a traça: assim todo o homem é vaidade (.) Ouve, Senhor, a minha oração, e inclina os teus ouvidos ao meu clamor; não te cales perante as minhas lagrimas, porque sou estranho para ti e peregrino como todos os meus paes. Poupa-me, até que tome alento, antes que me vá, e não seja mais.

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