Psalms 49:4

“Inclinarei os meus ouvidos a uma parabola: declararei o meu enigma na harpa.”

Psalms 49:4 — João Ferreira de Almeida

Verse 4 of 20 in Psalms chapter 49 — João Ferreira de Almeida. Read it in context below, with maps, timelines and thematic connections beside the text.

Psalms 49 — full chapter (João Ferreira de Almeida)

Ouvi isto, vós todos os povos; inclinae os ouvidos, todos os moradores do mundo, Tanto baixos como altos, tanto ricos como pobres. A minha bocca fallará de sabedoria; e a meditação do meu coração será de entendimento. Inclinarei os meus ouvidos a uma parabola: declararei o meu enigma na harpa. Porque temerei eu nos dias maus, quando me cercar a iniquidade dos que me armam ciladas? Aquelles que confiam na sua fazenda, e se gloriam na multidão das suas riquezas, Nenhum d'elles de modo algum pode remir a seu irmão, ou dar a o resgate d'elle (Pois a redempção da sua alma é carissima, e cessará para sempre); Para que viva para sempre, e não veja corrupção: Porque elle vê que os sabios morrem: perecem egualmente tanto o louco como o brutal, e deixam a outros os seus bens. O seu pensamento interior é que as suas casas serão perpetuas e as suas habitações de geração em geração: dão ás suas terras os seus proprios nomes. Todavia o homem que está na honra não permanece; antes é como os brutos que perecem. Este caminho d'elles é a sua loucura; comtudo a sua posteridade approva as suas palavras (). Como ovelhas são postos na sepultura; a morte se alimentará d'elles; e os rectos terão dominio sobre elles na manhã, e a sua formosura na sepultura se consumirá da sua morada. Mas remirá a minha alma do poder da sepultura, pois me receberá (). Não temas, quando alguem se enriquece, quando a gloria da sua casa se engrandece. Porque, quando morrer, nada levará comsigo, nem a sua gloria o acompanhará. Ainda que na sua vida elle bemdisse a sua alma, e os homens te louvam, quando fizeres bem a ti mesmo, Irá para a geração de seus paes; elles nunca verão a luz O homem que está na honra, e não tem entendimento, é similhante ás bestas que perecem.

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